quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
ponto de ônibus
Saudade desaquieta tudo.
Fico à procura de um lugar, como se chovesse.
Esperando que volte e eu não sinta mais.
Que chova e eu não me molhe.
Ou que você passe e eu nem perceba.
Que veja mas nem ligue.
Saudade,
seja ficção nos livros,
e me perca para outros assuntos nos caderninhos que escrevo.
domingo, 1 de janeiro de 2017
chuva
Você passou pela minha vida e é disso que me lembro.
Virei 2016/17 com família, postei fotos, grupos em mensagens, amig@s satisfeit@s.
E na hora de deitar, festança em família finalizada, lembrei que você passou um dia, alguns dias, certo ano, anos atrás, pela minha vida, e ela ficou diferente, eu mudei porque você passou.
Hoje que já não nos vemos, sua lembrança não é mais registro de lágrima ou dissabor. Também não é esquecimento.
Cito músicas, poesias, até sonhos, para dizer que amor assim demora em mim.
Que condições objetivas, racionalizações, são uma coisa; meu amor é outra.
Termina ano em belém, começa ano no mundo. Sigo adiante, penso minha história, você em mim.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
nas pequenas coisas, o amor é grande
Sentia vontade de ler alguém que me inspirasse
das coisas banais que penso
dos micro-projetos que intenciono
como quando me refugiei numa praia com a máquina portátil de datilografar da mamãe, aos 16 anos, pra escrever.. angústia esperançosa, era o que eu sentia
Agora quero ajuda para sonhar, ou para voltar a acreditar em sonhos
quero a beleza do olhar da outra, palavras que me norteiem, pelo amor
ter esperança feito água dentro de mim
corro os escritos, ainda não achei
quero me apaixonar na esquina - melhor jeito de estar no mundo
ser pós moderna, como queixa o Igor (rs)
ser quem sou, adentrando os mundos que a academia não soube me conquistar
um mar posto à frente, me esperando como um abismo, mulher de azul no dia
não tenho céu à minha espera,
preciso de você
sábado, 10 de dezembro de 2016
o lugar da poesia
Ele precisa de um lugar para escrever
E de um Tempo para amar.
Cabelos longos, cachos sempre desarrumados - exceto quando eu os penteio.
Não há mais tempo desse amor, assim, despercebido de outras ideias,
outras pessoas não saberiam dessa paz.
O mundo desabou e depois que começa a cair, ofensas e precipícios, ninguém mais se lembra do quanto teus braços eram meus, e meus olhos eram teus.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
transparência
voltando pra casa
passei por uma porta de vidro
olhei de lado, no movimento
e de lá eu vi.. não me pareço mais com você!
domingo, 4 de dezembro de 2016
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